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Garrafas pet 25% mais leves conquistas clientes


02/08/2017

Quando o assunto é redução de peso das embalagens, o PET merece menção especial. É apontada por especialistas como a resina que apresentou melhores resultados nesse quesito nos últimos tempos. “Acredito que o peso das embalagens foi reduzido de 20% a 25% nos últimos sete anos”, avalia Dinis Mota, diretor geral da Plastipak, empresa há 50 anos no mercado, com mais de 40 fábricas distribuídas pelos quatro continentes, capaz de produzir 45 bilhões de embalagens por ano. No Brasil, a empresa conta com três fábricas que somadas têm capacidade para 3,5 bilhões de unidades por ano. No mercado nacional, atende 137 indústrias e 225 marcas, produzindo pré-formas e sopro de PET em peças com volumes de 50 ml a 20 litros.

De acordo com Mota, um dos mercados em que a redução de peso alcançou maior sucesso é o de água mineral. Em outras categorias de produtos, por conta da exigência presente nas aplicações, existem fatores limitantes. Cada caso é um caso. No caso das bebidas carbonatadas, por exemplo, é preciso resistência mecânica por conta da pressão com a qual o líquido é mantido. No caso de bebidas lácteas, é necessária barreira de luz. E assim por diante.

A busca pela redução de peso é preocupação de todos os clientes. O tamanho dessa preocupação, no entanto, varia caso a caso. No caso da água, por exemplo, grandes empresas, como Nestlé e Coca-Cola, são menos radicais, procuram manter embalagens mais resistentes nas gôndolas como forma de agregar valor ao produto. As pequenas empresas mantêm o preço mais competitivo de seus produtos como arma para conquistar mercado. Por isso, elas adotam soluções um pouco mais radicais.

Qualquer que seja a preocupação do cliente, a Plastipak procura colaborar para se obter a solução mais próxima do ideal. Ela conta no Brasil com um dos seis centros mundiais de desenvolvimento e inovação mantidas mundo afora. Tal colaboração pode se dar por meio de parceria, seja a partir do desenvolvimento total ou do aperfeiçoamento de uma ideia do cliente, ou de maneira ativa, quando um projeto é desenvolvido internamente e apresentado a potenciais clientes.

PET aditivado entra no leite com modelo monocamada

Leite – Entre as centenas de itens que produz no Brasil, a Plastipak acaba de anunciar uma novidade. Trata-se da primeira embalagem do país feita de PET com capacidade de 1,5 litro para leite, desenvolvida para a empresa de laticínios Jussara. Esse cliente é o pioneiro e por enquanto único da empresa nesse segmento. Desde 2015 são fornecidas para a marca garrafas de leite de um litro.

Outro aspecto inédito no Brasil das garrafas para leite da empresa é a tecnologia usada para sua fabricação. A empresa utiliza uma fórmula aditivada de PET que elimina a necessidade do uso de materiais multicamadas para proteger o produto dos raios ultravioleta. Duas outras tecnologias são usadas no Brasil. Uma prevê o uso de matérias primas em duas camadas, sendo a exterior branca e a interior negra. Outra prevê o uso de garrafas monocamadas com a adição de etiquetas tipo manga que protegem a embalagem do gargalo até o pé. Uma quarta opção, ainda inédita no Brasil, prevê o uso de três camadas, uma preta no interior de duas brancas.

Mota diz que, além do processo produtivo ser menos complexo, a solução adotada pela empresa elimina o risco de delaminação e facilita sobremaneira o processo de reciclagem. Por falar em reciclagem, outro aspecto inovador do projeto. Para o produto, a Plastipak, em parceria com a Jussara e a empresa especializada em reciclagem Global PET, patrocina o pioneiro Projeto ReCiclo, que prevê a recuperação do material usado nas embalagens na produção de novas garrafas de leite.

O mercado do leite no Brasil hoje é dominado com grande força pela embalagem cartonada, cujo principal nome do mercado é a Tetrapack. Ele é tido como de excelente potencial pela indústria do plástico. A conquista de espaço nesse nicho de atuação não será rápida, pois hoje a solução concorrente conta com grande capacidade já instalada e em pleno funcionamento. A esperança é conquistar clientes que estão entrando nesse ramo ou ampliando sua atuação. Cada ponto percentual conquistado significa muito. Trata-se de um mercado de 6,5 bilhões de litros por ano.

Para atingir metas mais ambiciosas, o setor conta com as vantagens proporcionadas pelo plástico. A embalagem se torna mais funcional, seu uso é mais fácil, permite maior proteção e total aproveitamento do produto. Existe uma vantagem ligada ao marketing. Com o plástico, os laticínios têm a oportunidade de diferenciar seus produtos nas gôndolas dos pontos de venda. “A reciclabilidade do PET chega a 51% e a das cartonadas fica por volta dos 21%”, ressalta Dinis. O PET não está sozinho nessa batalha, também existem laticínios que optaram por usar frascos de polietileno.

Fonte: Plástico.com.br, escrita por Jose Paulo Sant Anna

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