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Investimento na Indústria do Plástico em 2017 Deve Fechar em Queda


08/11/2017



A indústria de transformados plásticos vem sofrendo com a retração da economia. No ano passado os investimentos caíram 50% e para 2017, está prevista nova diminuição de 14%, o que representa que R$ 148 milhões deixarão de ser investidos. É o que aponta estudo realizado pela Associação Brasileira da Indústria Plástica (ABIPLAST) em parceria com a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP). O resultado foi impactado principalmente pelo comportamento das empresas de médio porte, que empregam entre 100 e 499 funcionários, e que pretendem reduzir seus investimentos em 29%. A amostra foi feita com 81 empresas do setor de transformação e de materiais plástico em geral no período de abril e maio deste ano.

Apesar de 70% dos investimentos do setor ainda se concentrarem em máquinas e equipamentos, a pesquisa aponta uma tendência gradativa de migração para iniciativas relacionadas à melhoria na eficiência de processos, desenvolvimento de novos produtos e/ou mercados. No que se refere às fontes utilizadas pelas empresas do setor de plástico, os dados indicam que, enquanto as pequenas empresas têm a intenção de utilizar recursos de terceiros privados em praticamente todos os tipos de investimentos em 2017, as médias têm priorizado o uso de capital próprio (75%), seguido de recursos de terceiros privados (17%) e públicos (8%). Já as grandes empresas, que empregam acima de 500 funcionários, a opção de uso de recurso público não foi citada para realização dos planos de 2017, sendo quase que exclusivamente de capital próprio.

A redução acumulada de desembolsos do BNDES de 53% desde 2014 afetou diretamente a captação de capital das empresas privadas, independente do porte das mesmas. Dentre as transformadoras de plástico pesquisadas, cerca de 1/3 solicitaram linhas do Banco Nacional em 2016 e, dessas, 63% conseguiram a aprovação. Tal percentual pode ser considerado baixo, considerando a importância do banco como principal fonte de financiamento de longo prazo para as companhias.

“Vale destacar também que a expectativa de aumento de custo por conta da implantação da TLP em substituição da TJLP vai atrasar ainda mais os investimentos na adequação do setor às novas demandas de mercado, o que pode comprometer o futuro e a competitividade desse setor também no mercado externo”, enfatiza José Ricardo Roriz Coelho, presidente da ABIPLAST.

Roriz também alerta que esse cenário de retração, seja por conta da queda da economia dos últimos quatro anos ou por pressões de alta de custo do capital para realização de investimentos produtivos, segue em sentido contrário da tendência mundial. A Europa planeja investir US$ 1,59 tri de dólares ao longo de 15 anos e a China pretende investir nos próximos anos US$ 1,27 tri de dólares para modernizar suas indústrias.

Outro aspecto levantado pela pesquisa é o nível de endividamento das empresas do setor, que cresceu nas pequenas e médias – praticamente metade delas reportaram aumento entre 10% e 30%. Já nas empresas de grande porte, praticamente 90% tiveram seu endividamento reduzido ou inalterado.

Além de mais endividadas, as pequenas e médias empresas têm um ritmo mais rápido de aumento de endividamento. Apenas 12% conseguiram redução, adotando como estratégia a renegociação com bancos comerciais, o que indica um prolongamento da dívida. Muitas vezes, as condições de renegociação podem envolver taxas de juros mais altas, o que impacta também no nível de endividamento.

Outra característica é que 31% das empresas de pequeno porte necessitam de mais de 5 anos de faturamento para pagar seu endividamento, ou seja, encontram-se muito endividadas. Para essas empresas, há grande dificuldade em renegociar ou acessar recursos – o que traz impacto direto na realização de novos investimentos.

Fonte: Segs

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